a Par e Passo

 

Objetivo

O projeto “a Par e Passo” tem por objetivo combater o isolamento e promover a inclusão de jovens adultos com necessidades especiais através do apoio de voluntários.

Porquê intervir

Na transição da adolescência para a vida adulta os jovens com necessidades especiais são confrontados com novas situações e escolhas difíceis: têm as mesmas aspirações a "ser adulto", mas as suas opções podem ser mais limitadoras e podem precisar de um acompanhamento personalizado para as concretizar. 

Quando terminam a escolaridade obrigatória, estes jovens perdem o apoio especializado da escola, tornando a maioria das opções formativas/ocupacionais/laborais existentes difíceis de concretizar. O resultado deste desenquadramento institucional é, muitas vezes, a exclusão social: sem realizarem qualquer atividade na comunidade, sem contacto com os ex-colegas de escola e permanecendo em casa, dia após dia sem um projeto de vida e em risco de perder as competências adquiridas ao longo do seu percurso escolar.

Na população atendida no CADIn nos últimos 3 anos estão identificados 30 jovens adultos nesta situação. Outras instituições que trabalham com esta população referem a mesma situação, embora não existam estatísticas oficiais.

Como intervimos

O CADIn pretende responder a este problema através de um programa de transição para jovens adultos (entre os 18 e os 35 anos) com necessidades especiais decorrentes de perturbações do neurodesenvolvimento / saúde mental que se encontrem sem trabalho, formação ou ocupação.

Este programa foi desenhado tendo em conta o seguinte modelo de intervenção:

  • a PAR - cada voluntário trabalhará diretamente com um beneficiário, assumido o papel de amigo e mentor.
  • a PASSO - pretende-se que, apoiado por esta relação, cada beneficiário vá dando pequenos passos para sair da sua situação de isolamento, se torne mais ativo, utilize os serviços da sua comunidade e possa explorar oportunidades lúdicas, formativas e ocupacionais.

Atividades

Na realização das atividades, o voluntário não assume o papel de um cuidador mas de um mentor, que irá:

  • apoiar na realização de atividades de vida diária na comunidade (por exemplo, utilizar transportes públicos) e atividades de vida diária domésticas (por exemplo, cozinhar uma refeição ou ir às compras);
  • socializar e realizar em conjunto atividades de lazer (desportivas, culturais, etc.);
  • orientar na procura e acesso a oportunidades de emprego, formação, voluntariado ou lazer.

 

 

 

 

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