Bolsa Social

Dar resposta a todos os que precisam

 

Objetivo

A Bolsa Social é um fundo constituído por doações que comparticipa o custo do acompanhamento quando as famílias não têm condições económicas para o suportar sozinhas ou em casos de crianças e jovens institucionalizados Através dela é possível promover a sua inclusão social e a capacitação dos seus familiares/cuidadores, educadores e outras pessoas na sua esfera de influência.

Porquê intervir

As perturbações neurológicas e mentais são um dos principais problemas de saúde pública em Portugal:
- afetam 10 a 20% da população entre os 0 e os 18 anos de idade;
- são a principal causa de incapacidade entre os mais jovens;
- 70% dos adultos com um problema de saúde mental teve os primeiros sintomas antes dos 18 anos.

A intervenção, sobretudo quando iniciada precocemente:
- contribui para que a criança/jovem consiga superar dificuldades que encontra no seu dia-a-dia, seja na escola, em casa, na relação com os pares e possa utilizar todo o seu potencial, aproveitando a maior plasticidade do cérebro na infância para conseguir melhores resultados;
- diminui as comorbilidades, já que existe uma relação entre as perturbações do neurodesenvolvimento e as perturbações psiquiátricas que é agravada pelo diagnóstico e intervenção tardia nas primeiras;
- melhora o bem-estar da criança/jovem e da sua família.

As perturbações do neurodesenvolvimento têm um elevado custo económico e social, tanto direto como indireto:
- o custo direto da intervenção é elevado porque esta é realizada por técnicos especializados, tem que ser regular e, na maioria dos casos realizada individualmente;
- o financiamento público é insuficiente, pelo que grande parte do custo da intervenção recai sobre as famílias;
- entre os custos indiretos estão, a perda de produtividade tanto do próprio como dos cuidadores.

Como intervimos

As famílias com menores recursos económicos e as instituições de acolhimento de crianças e jovens têm grande dificuldade em garantir o necessário acompanhamento dos seus filhos ou das crianças e jovens à sua guarda devido ao custo da intervenção.

Para garantir que estas famílias têm acesso em condições de igualdade ao acompanhamento de que necessitam, a Bolsa Social comparticipa nos custos com consultas, avaliações e sessões de intervenção.

A decisão de atribuição de uma Bolsa Social é independente da avaliação clínica, sendo feita por uma equipa com base numa candidatura apresentada pela família e tendo em conta a sua situação económica e social.

O apoio é concedido para um ano letivo e compreende todas as consultas, avaliações e sessões de terapia que sejam necessárias nesse período. Saiba como candidatar-se à Bolsa Social.

Instituições apoiadas

  • Centro de Promoção Juvenil – Casa da Estrela
  • Centro Social de Palmela - Centro de Acolhimento Temporário "Porta Aberta"
  • Centro Social de S. Pedro do Afonsoeiro - Centro de Acolhimento Temporário "Sol do Meninos"
  • Centro Jovem Tabor
  • Centro Jovem Tejo
  • Questão de Equilíbrio - Lar de Infância e Juventude 1 de junho
  • Crescer Ser – Casa da Encosta e Casa do Parque
  • Associação Mimar
  • Associação Novo Futuro - Estoril
  • Aldeias SOS - Alcabideche
  • Santa Casa da Misericórdia de Cascais - Centro de Acolhimento Temporário de Tercena
  • Fundação Champagnat - Casa da Criança de Tires
  • Fundação O Século - Casa do Mar e Casa das Conchas

Resultados

 

 ResultadosBS2016 1

 ResultadosBS2016 2

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