História | André, 6 anos

Os pais cedo perceberam que o André era diferente. Não fixava o olhar nos pais nem reagia às suas tentativas de lhe arrancar um sorriso.

Aos 5 anos ainda não falava, nem por palavras nem por gestos. Ao diagnóstico de autismo, seguiram-se consultas semestrais com uma terapeuta da fala que lhes dizia que tinham que trabalhar com o André para o estimular. Os pais não sabiam como o fazer.

Quando chegaram ao CADIn pela primeira vez começavam a sentir-se derrotados na sua luta para comunicar com o André e questionavam-se: “Estamos a fazer o melhor pelo nosso filho?”. No CADIN, as sessões semanais com uma terapeuta da fala e uma técnica de educação especial começaram a ter resultados: o André diz algumas palavras, chama os pais para lhes mostrar as suas brincadeiras e até já interage com a irmã mais nova.

São passos pequeninos para a maioria das famílias, mas para a família do André são uma estrela que os orienta e lhes dá energia para fazer os 70 kms que os separam do CADIn e para, todos os dias, repetir os exercícios das sessões em casa. Agora já percebem que o filho é feliz e isso vale tudo.

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